Sobre O psicólogo Rafael Magalhães Pinto

Trajetória

Cheguei à psicologia movido por uma pergunta que, de um jeito ou de outro, sempre me acompanhou: o que significa, de fato, existir? Ao longo da formação, encontrei na abordagem fenomenológico-existencial uma forma de pensar a clínica que não trata a pessoa como um conjunto de sintomas a corrigir ou adaptar, mas como um ser que existe em um mundo e que se articula com ele, com os outros e consigo mesmo. É esse compromisso — com a experiência concreta de cada pessoa que atendo, e não com protocolos genéricos — que orienta o meu trabalho até hoje.

Formação

Graduação em Psicologia — Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Especializando em “Clínica Fenomenológico-Existencial” e em “Uma Clínica Constantemente Referida à Kierkegaard” pelo Instituto de Fenomenologia do Rio de Janeiro (IFEN).

Coordenador da Clínica de Urgência Psicológica no Laboratório de Fenomenologia e Estudos em Psicologia Existencial na UERJ. Membro dos grupos de estudo “Margem Kierkegaardiana” e “Suicídio: entre o viver e o morrer”.

Supervisão clínica com Ana Maria Lopez Calvo de Feijoo

Pesquisador nas áreas da clínica fenomenológico-existencial e estudos sobre o fenômeno do suicídio

CRP 05/78606

Como entendo o encontro terapêutico

Entendo a terapia como um encontro — não uma técnica aplicada sobre alguém, mas uma relação entre duas pessoas, na qual uma se dispõe a acompanhar a outra com presença, cuidado e honestidade. Não parto de diagnósticos fechados nem de roteiros prontos: cada processo é único, porque cada pessoa é única em seu jeito de existir. Viso ao acolhimento, à compreensão e à sustentação da possibilidade da transformação de meus pacientes, para que, assim, eles possam encontrar modos de viver que façam mais sentido e se libertem das correntes que os aprisionam.