Cada pessoa chega até a terapia por um caminho diferente. Alguns dos temas mais frequentes no meu consultório:
Quando a ansiedade se torna constante, ela costuma ser tratada apenas como algo a eliminar. Na abordagem existencial, ela também é escutada como um sinal — de que algo na sua forma de viver está pedindo atenção.
A perda de alguém, de uma fase da vida ou de um projeto pode desorganizar profundamente o chão sob os pés. Aqui, o luto tem espaço e tempo para ser elaborado, sem pressa para "superar".
Aquela sensação de estar fazendo tudo certo e, mesmo assim, sentir que falta alguma coisa. Trabalhamos essas perguntas como parte legítima e importante do processo de existir, não como um problema a ser silenciado rapidamente.
Mudança de carreira, maternidade/paternidade, separações, envelhecimento — toda transição importante mexe com a forma como nos vemos e como vemos o mundo. A terapia ajuda a atravessar essas passagens com mais clareza.
Dificuldades para se vincular, repetição de padrões nos relacionamentos ou uma sensação de solidão mesmo cercado de gente — questões relacionais costumam revelar muito sobre o nosso modo de estar no mundo.
A sensação de estar vivendo uma vida que não é exatamente a sua, ou de agir conforme expectativas alheias, é um tema recorrente e central na abordagem existencial.
Lidar com a própria finitude, ou com o adoecimento — seu ou de alguém próximo — costuma trazer à tona perguntas profundas sobre a vida. Esse é um espaço seguro para elaborá-las.
Quando o trabalho deixa de fazer sentido, ou quando o esgotamento (burnout) se instala, muitas vezes há, por trás, uma pergunta existencial mais ampla sobre escolhas e prioridades de vida.
Se você se identificou com algum desses temas — ou com nenhum deles em particular, mas sente que precisa de um espaço para pensar — entre em contato.